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domingo, 4 de março de 2012

Apple é a empresa mais admirada

A Apple é a empresa mais admirada dentro do mundo corporativo, de acordo com lista divulgada pela revista Fortune. A desenvolvedora do iPhone ficou com a primeira posição pelo quinto ano consecutivo, segundo a Cnet.

2011 foi um ano bastante agitado para a Apple, que teve mudança no comando, com Tim Cook assumindo o cargo de CEO e mantendo a empresa nos trilhos após a renúncia e morte de Steve Jobs. Além disso, também foi um ano de excelente desempenho, principalmente no último trimestre, após o lançamento do iPhone 4S.

A segunda colocada também passou por mudanças estruturais. O Google viu Eric Schmidt passar o comando para o co-fundador Larry Page, que redefiniu o foco da empresa em parte de seus produtos, especialmente nas buscas, redes sociais e mobilidade. Em terceiro lugar apareceu a Amazon por sua estratégia de abrir mão de lucro a curto prazo pensando em ganhar a longo prazo.

Outras companhias de tecnologia entre as 50 mais admiradas foram IBM (em quinto), Microsoft (17ª), Samsung (34ª), Intel (36ª), eBay (41ª), Cisco (42ª), AT&T (46ª) e Oracle (49ª).

O ranking da Fortune considerou fatores como receita, investimentos, responsabilidade social, entre outras áreas. Foram ouvidos 3,8 mil executivos que listaram suas 10 empresas mais admiradas para a elaboração da lista.

Créditos: Olhar Digital

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

IBM supera Microsoft


A IBM vale mais que sua rival Microsoft pela primeira vez desde 1996, de acordo com informações do Wall Street Journal. A Microsoft, que era a companhia mais valiosa do setor de tecnologia há mais de um ano, agora aparece em terceiro lugar, com valor de mercado de US$ 213,2 bilhões no fechamento da quinta-feira, segundo a FactSet Research. A IBM vale agora US$ 214 bilhões.

Ambas estão bem atrás da Apple, cujo valor de mercado chegou a US$ 362 bilhões, na esteira da grande demanda por seus iPhones, iPads e computadores Mac.

O valor de mercado da Microsoft atingiu seu pico no fim de 1999, em torno de US$ 600 bilhões, e tem caído desde então, pois a companhia não conseguiu replicar seu domínio em softwares de computadores pessoais em mercados como pesquisas na internet e celulares.

Já a IBM, que completou seu 100º aniversário em junho, concluiu uma notável reestruturação durante a década passada, recuperando-se da perda do que havia sido um mercado de quase monopólio que ela teve no setor de computadores.

O executivo-chefe Samuel J. Palmisano tomou decisões difíceis, desfazendo-se da divisão de PCs e investindo em tecnologias de serviço, softwares de negócios e em hardwares premium - linhas complexas de negócios, que são difíceis de replicar pela concorrência mantendo as margens de lucro altas. Ao longo do ano passado, as ações da IBM se valorizaram 34%, em comparação com um ganho de 3,9% da Microsoft.

fonte: Veja


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

65 anos do primeiro computador eletrônico digital

Hoje em dia um iPhone na mão de uma criança é um brinquedo manipulado com extrema naturalidade. Quem nasce na era do touch-screen não imagina que está diante de um velhinho que, nesta segunda-feira (14), completa 65 anos de vida: o computador digital. A data marca o lançamento do Eniac (abreviação de Electrical Numerical Integrator and Computer), desenvolvido na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, entre 1943 e 1946. A importância do Eniac está em ser o primeiro computador eletrônico digital que calculava em larga escala.


"O Eniac foi o primeiro do tipo desenvolvido nos Estados Unidos em um projeto bem sucedido e predecessor de computadores importantes para a evolução dessas máquinas", afirma Maria Cristina Ferreira de Oliveira, professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a professora, o projeto inicial previa o investimento de US$ 150 mil, mas acabou custando US$ 400 mil. "Na época, para criar qualquer máquina era necessário mihões de dólares", conta Maria Cristina.

Computadores e a guerra
Engana-se quem imagina que, na década de 1940, os pesquisadores pensavam em elaborar um computador para uso pessoal. Essas máquinas se desenvolveram significantemente com a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais. O Eniac, por exemplo, foi criado para calcular tabelas balísticas. "Os americanos queriam saber como deveriam posicionar seus canhões para certar o alvo. Antes do Eniac, esses cálculos exigiam grande esforço humano, sistematizado e automatizado com o computador e que também reduziu erros", explica a professora.

O Eniac demandava muita mão de obra. Ele ocupava uma sala com 300 m2, tinha 2,5 m de altura e pesava 30 toneladas. Possuía 17.470 válvulas que esquentavam e , por queimarem, sempre tinham que ser substituídas. Ele era programado fisicamente por um painel repleto de plugues e chaves - conforme a posição delas, ele executava uma tarefa.

Os dados eram inseridos por meio de cartões perfurados, sendo que o resultado era apresentado em um painel repleto de luzes, chaves e cabos que acendiam ou apagavam de acordo com a função. Realizava cinco mil operações aritméticas por segundo. De acordo com o Computer History Museum, localizado na Califórnia, Estados Unidos, em uma década esse trambolho fez mais contas do que a humanidade inteira tinha feito até então. "Hoje, qualquer calculadora de engenharia é mais rápida que ele", conta Maria Cristina.

História do computador
No livro "Introdução à Programação com Ada 95", o autor Arthur Vargas Lopes conta que as avós dos computadores eram as máquinas de somar no início do século 17. Em meados de 1800, criou-se uma conhecida como "difference engine" que definiu o conceito de computador digital mecânico controlado por programa, que incorporava uma unidade aritmética, uma unidade de armazenamento, mecanismos para leitura e gravação de cartões perfurados para impressão".

Segundo o museu Computer History Museum, o censo de 1890 nos Estados Unidos, com cerca 63 milhões de habitantes, não teria terminado antes de 1900 se não fosse criada a máquina de tabulação que lia dados gravados em cartões perfurados. Inspirado na ideia, em 1934, o computador Mark 1, projetado na Universidade de Harvard, multiplicava dois números de 23 dígitos em seis segundos - um computador atual faz o mesmo em menos de um segundo.

Depois do Eniac, nasceu o Edvac com memória binária - como são os computadores atualmente -, marcando o aparecimendo dos modernos computadores digitais. O Edvac, diferentemente do antecessor, usava a mesma memória para armazenar dados e programas sem a necessadade de alterações na parte física (espécies de manivelas). Em seguida, veio o Univac, primeiro computador comercial. "Antes, os computadores eram essencialmente usados em ambientes acadêmicos e de pesquisa", explica Maria Cristina. "Países, bancos, grandes coorporações tinham interesse nele, já que fazia cálculos funcionando em diferentes contextos", completa.

A demanda pelo computador crescia em meados de 1950. Na época, os interessados reservavam horas para usá-lo. Até que vieram os mainframes, que poderiam ser comprados por um preço mais acessível, mas deveriam ser mantidos em salas refrigeradas. Para aplicações acadêmicas, foram criados os minicomputadores e, em seguida, os microcomputadores e os computadores pessoais (PCs). Até chegarmos ao que conhecemos hoje.

Créditos: Isis Nóbile Diniz, da Redação Yahoo! Brasil

domingo, 8 de agosto de 2010

Firefox é o novo padrão na IBM

A IBM anunciou a adoção do Firefox como novo navegador padrão da empresa. Bob Sutor, vice-presidente de Open Source e Linux da empresa, confirma a preferência pelo Firefox, o que significa um ganho de 400 mil usuários. A base atual do browser é de 400 milhões, ou seja, a IBM corresponderia a 0,1% do total.
Sutor faz diversos elogios ao browser da fundação Mozilla, e dentre os motivos que levaram a empresa a adotar o browser, estão sua versatilidade e interoperabilidade via padrões abertos, o fato de ser open source e ser gerenciado por um grupo de desenvolvedores, sua segurança, sempre em atualização e garantida por um grupo de especialistas do mundo todo, seu suporte às extensões, podendo ser personalizado para empresas como a IBM, além de estar sempre se aprimorando, especialmente em relação à sua velocidade e funcionamento.

Por ser uma gigante bastante influente, a IBM pode se tornar um exemplo a ser seguido, inspirando outras empresas a aprovarem o Firefox, o que poderia também decretar o fim do IE... a galera anti-Microsoft espera que sim.