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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Friends, 20 anos!!!

  • O elenco de "Friends" em 1994, ano de estreia (à esq), e em 2004, quando a série acabou
    O elenco de "Friends" em 1994, ano de estreia (à esq), e em 2004, quando a série acabou
Há exatas duas décadas, Rachel (Jennifer Aniston) abandonava o noivo no altar e entrava nas vidas de Monica (Courteney Cox), Ross (David Schwimmer), Chandler (Matthew Perry), Joey (Matt LeBlanc), Phoebe (Lisa Kudrow) e milhões de telespectadores em todo o mundo. Nesta segunda-feira (22), "Friends" completa 20 anos, com corpinho (e frescor) de série que acabou de estrear, capaz de fazer muita gente acampar em Nova York para conhecer de perto a reprodução do clássico café "Central Perk".
Lembrada sempre com carinho pelos fãs, a comédia, inegavelmente, tornou-se um marco da TV. A razão de tanto sucesso? Uma construção bem feita e um tema forte, segundo o roteirista, consultor e professor de roteiro no centro cultural BarcoAleksei Abib. "A série não é sobre amizade, como indica o título, mas sobre maturidade. E esse é um assunto que vai permanecer para sempre. É uma questão universal, todo mundo em algum momento tem que lidar com o mundo adulto, provavelmente sem estar preparado pra isso ", analisa ele, que aponta "Seinfeld" e "The Big Bang Theory" como exemplos deste universo. 
Exibida originalmente entre 1994 e 2004 e reprisada até hoje no Brasil pelo Warner Channel, "Friends" tem ainda um outro grande trunfo, na opinião de Abib: o elenco. "A série reuniu um grupo de atores até então desconhecidos, com exceção do Ross, de muito talento", observa. Segundo ele, a participação desse time no método de trabalho desenvolvido por Marta Kauffman e David Crane, criadores da atração, ajudou a criar um produto final de ajuste fino, que repercute até hoje. "Nos extras do DVD da série, a gente vê que eles trabalhavam exaustivamente. A equipe de cerca de 15 roteiristas debatia as histórias e cada dupla voltava para casa para escrever seu próprio episódio. Se, na gravação, a plateia não risse, os atores se envolviam e os escritores reescreviam até tudo ficar engraçado. Estavam muito focados em fazer a coisa funcionar", afirma Abib.
O roteirista elogia ainda a composição dos personagens. Chandler é o "loser", o cara que não faz nada certo; Monica é a neurótica, obsessiva; Joey, o burro, que não entende as regras; Phoebe, por sua vez, tem suas próprias regras; Ross é o certinho; e Rachel é a materialista. Se a definição de cada tipo facilita na hora de criar as histórias, porque eles são complementares, também ajuda a série a não envelhecer. "Se formos generalizar, todos são yuppies dos anos 90. Mas antes disso, eles são o certinho, a neurótica... Esses arquétipos vão existir sempre. Mesmo que eles estejam na década de 90, eles são parecidos comigo, com você. A gente consegue reconhecer um amigo. A construção de base deles é universal", explica o roteirista.
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Em "The One With The Blackout" (1x07), falta energia em Nova York, e o grupo passa por alguns apertos. Uma das sequências mais divertidas é a de Chandler preso num caixa eletrônico com a modelo Jill Goodacre, numa participação especial como ela mesma. Criando coragem para se aproximar da loura, ele passa boa parte do tempo desenvolvendo diálogos apenas em sua mente Reprodução
Créditos: UOL

terça-feira, 13 de março de 2012

Viver ou Juntar dinheiro?

Bom dia pessoal!
É um texto excelente, digno de reflexão e de seu tempo para leitura. Aproveite e incorpore a ideia.
Mensagem enviada por um ouvinte da CBN para o Sr. Max Gehringer.

Lá vai:
"Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos e pertenço a uma geração azarada: Quando era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios. Agora dizem que tenho que escutar os jovens, porque são mais inteligentes.

Na semana passada li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa... Aprendi, por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas, então descobri, para minha surpresa, que hoje eu poderia estar milionário.

Bastava não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei e, principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária.

É claro que eu não tenho este dinheiro.

Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto absolutamente feliz em ser pobre.

Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje, aos 61 anos, não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde. Portanto, viajar, comer pizzas e cafés, não faz bem na minha idade e roupas, hoje, não vão melhorar muito o meu visual!
Recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro em suas contas bancárias, mas sem ter vivido a vida".

"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço."

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